11,6 milhões de hectares declaradas ilegalmente como propriedades privadas

11,6 milhões de hectares declaradas ilegalmente como propriedades privadas

Ricardo Oliveira/Essentia

Criança e Boto-Tyba_Ricardo Oliveira edit
A LINDA LIBERDADE DO BOTO QUE VIROU COR-DE-ROSA

Quando o Calypso ancorou no Porto de Manaus, em 1982, a maior espécie de golfinho de água doce não imaginaria que seu nome mudaria para sempre. O regionalmente popular boto vermelho foi rebatizado por Jacques Yves-Cousteau e, a partir daquela expedição do oceanógrafo francês à Amazônia, o animal passou a ser cor-de-rosa para o mundo inteiro. Lindo, encantador. Porque é um moleque brincalhão. Com precisão cirúrgica, relata o fotógrafo Ricardo Oliveira, abocanha o peixe sem tocar na mão de vários turistas que vão alimentá-lo nas águas do Rio Negro. As crianças divertem-se com ele como se fossem iguais. Os ribeirinhos chamam-no de ‘ladrão’ quando, atrevido, saqueia a malhadeira carregada de pesca.
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